ANBEHCJA-ICBJ organiza I Encontro de Estudos de Moda & Estética Japonesa

A Academia Nipo-Brasileira de Estudos da História e Cultura Japonesa do Instituto Cultural Brasil-Japão (ANBEHCJA-ICBJ) promove no dia 30 de outubro, às 18h, o I Encontro de Estudos de Moda & Estética Japonesa, grupo de estudos – online, pela plataforma Google Meet. O evento estará sob coordenação de Luiza Rebouças Vieira da Costa, membro do colegiado da academia, responsável pela área de estudos de moda e estética japonesa. A ANBEHCJA-ICBJ organiza este encontro na finalidade de reunir pesquisadores acadêmicos que pesquisam ou tenham interesse de pesquisar acerca dos estudos de moda e estética japonesa de períodos antigos e contemporâneos.

Crédito: GEHJA

Assim esse espaço pretende fomentar o início de um grupo de estudos que se desenvolva como um espaço de debates e produção de conteúdo, a fim de pensar a aplicação do design e da estética japonesa através de sua temporalidade e relações socioeconômicas. Além de identificar as latitudes culturais e sociais que variam ao longo do tempo e lugar no Japão e buscar compreender a percepção da produção das emoções pelos fenômenos estéticos da Moda.

Nesse dia será realizada uma apresentação dos participantes, apresentação do projeto de grupo de estudos, indicações e trocas bibliográficas, orientação de temas de trabalho e indicação de futuras leituras críticas. Para realizar a sua inscrição envie mensagem para o e-mail: academiahistculticbj@gmail.com, com nome completo, instituição de origem, curso, titulação e um breve resumo do que pesquisa ou o que pretende pesquisar.

Mulheres começam a ser destaque nos reality shows coreanos

Via Koreapost

O reality show da MBC “I Live Alone” lançou uma web-série, spin-off de “Girls ‘Secret Party” com seu elenco feminino. Os reality shows da TV coreana há muito tempo são uma área dominada por homens. Séries de sucesso nos últimos anos, como “2 Days & 1 Night“, “Infinite Challenge” e “Running Man“, na maioria senão todos, apresentavam homens no elenco principal – com mulheres principalmente em papéis coadjuvantes.

Programas de beleza e estilo de vida têm sido as únicas plataformas em que as mulheres teem destaque. No entanto, com mais programas de TV desafiando o status quo, a indústria está passando por uma mudança, à medida que mais mulheres assumem papéis principais.

Crédito: The Korea Times.

O reality show de sucesso da MBC “I Live Alone” lançou um spin-off na web chamado “Girls ‘Secret Party” em julho com o elenco feminino – a comediante Park Na-rae, a modelo Han Hye-jin e a cantora Hwa-sa. A série tem chamado a atenção, atingindo milhões de visualizações em seu canal do YouTube. Um novo programa feminino “Camping Hot Club” também deve ir ao ar em outubro. Em um formato semelhante ao “2 Days & 1 Night”, o show terá as comediantes Park Na-rae e Ahn Young-mi, a atriz Park So-dam, as cantoras Solar e Son Na-eun fazendo viagens noturnas para acampamentos pela Coreia.

Iniciada em 4 de agosto, “Sporty Sisters” colocou em foco as estrelas do esporte feminino – a lendária golfista Pak Se-ri, a esgrimista medalhista olímpica Nam Hyun-hee, a jogadora de vôlei Han Yoo-mi, a patinadora artística Kwak Min-jeong, a jogadora de basquete Kim Eun-hye e a nadadora Jung You-in. O programa de variedades segue as mulheres experimentando as coisas “comuns” que perderam sob a disciplina estrita de suas primeiras carreiras profissionais. Ele oferece um vislumbre de suas vidas pessoais. Com sua popularidade crescendo, o programa fez sua estréia na Netflix no início do mês de setembro.

Programas de TV estrelados por ex-atletas ou atletas ativos não são nenhuma surpresa, já que um número crescente de “esportistas” – um novo termo para atleta / artista – apareceu nas telas nos últimos anos. O ex-astro do basquete Seo Jang-hoon, o jogador de futebol Ahn Jung-hwan e o lutador do UFC Kim Dong-hyun são alguns bons exemplos daqueles que fizeram a transição com sucesso para o showbiz na TV e ainda entretém um público fora da arena esportiva.

Imagem do programa “Sporty Sisters”. Crédito: The Korea Times.

Mas até recentemente, eles eram principalmente homens. Bang Hyun-young, produtora-chefe de “Sporty Sisters”, disse que essa era a pergunta que ela tinha antes de fazer o show. “Eu me perguntei: ‘O que as estrelas do esporte estão fazendo hoje em dia?’ Tudo começou a partir daí “, disse Bang durante uma coletiva de imprensa no mês passado. “E como produtora, sempre quis ver um retrato feminino forte na TV, que será visto neste programa.

Um produtor de um programa de TV disse ao The Korea Times que os telespectadores estão fazendo e acelerando a mudança de tendência. “Antigamente, os espectadores procuravam principalmente elementos cômicos em programas de TV“, disse ele. “Mas hoje em dia, eles procuram histórias reais, algo com que possam se relacionar pessoalmente“.

O colunista e crítica cultural Kim Hern-sik também acredita que a “capacidade de compreensão” é o fator chave do sucesso de reality shows que apresentam mulheres como personagens principais.

Os programas de variedades voltados para os homens focavam em ‘missões’ e vitórias, como enfrentar um desafio ou jogar“, disse Kim. “Então, se as mulheres fossem estrelar esses programas, teriam que imitar os homens e mostrar comédia pastelão, o que pode não agradar aos espectadores.

Em contraste, os programas de variedades voltados para o sexo feminino pretendem oferecer histórias pessoais com mais detalhes, nas quais os espectadores possam ter um vislumbre da vida das estrelas e relacioná-las com elas mesmas, disse a crítica. “Park Won-sook’s Live Together” foi um desses programas, disse Kim. Quatro atrizes de meia-idade, que vivem sozinhas, contam suas histórias. Isso induz um sentimento de empatia por parte da crescente população de famílias unipessoais no país.

magem do programa “Park Won-sook’s Live Together”. Crédito: The Korea Times.

Desde seu lançamento em 1º de julho, o programa recebeu um bom feedback e teve um bom desempenho em termos de avaliações (3-4 por cento). Nos próximos meses, programas semelhantes devem chegar à tela da TV.

Os formatos de sucesso de programas de TV anteriores atingiram o limite (depois de serem usados ​​em excesso)“, disse Kim. “Acho que mais programas com mulheres serão lançados e permitirão que as estrelas apresentem algo novo.” Mas, certamente, nem todos os programas semelhantes terão sucesso. O produtor do programa de TV observou que a chave está em como um programa se diferencia dos programas de sucesso anteriores.

Rostos novos – como as atrizes e estrelas do esporte cujas vidas pessoais eram pouco conhecidas – desempenharam um papel vital no sucesso de tais programas“, disse ele. “Mas em termos de formato em si, falta originalidade e precisam de mais criatividade.”

Programa CEA-Convida vai entrevistar equipe da Revista PRAJNA e conversar sobre o lugar dos estudos asiáticos nos periódicos nacionais

No próximo dia 27/10 (3a-feira), às 19h30, o CEA Convida, na sua primeira edição, vai promover uma conversa sobre o lugar dos estudos asiáticos nos periódicos nacionais, com o editor chefe da Revista PRAJNA – Revista de Culturas Orientais, professor e doutor Richard Gonçalves André e membro da equipe editorial da Prajna e pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Culturas Orientais (LAPECO) da Universidade Estadual de Londrina Flávio Oliveira. Nas perguntas, Alessandra Scangarelli Brites, editora chefe da Revista Intertelas e pesquisadora do Grupo de Pesquisa de Mídia e Cultural Asiática Contemporânea da Universidade Federal Fluminense (MidiÁsia-UFF), e Mateus Nascimento, pesquisador do Centro de Estudos Asiáticos-UFF e do MidiÁsia-UFF, conduzem esse papo, que conta com apoio da monitora Clarissa Amorim (CEA-UFF).

Crédito: Facebook CEA-UFF.

Jornal 140 debate cultura japonesa como veículo de transformação social entre jovens

No dia 5 de novembro, das 19:00 às 20:00, o programa de entrevistas do Jornal 140, Minuto Otaku, comandado por Jorge Massarollo, vai abordar a cultura japonesa como veículo de transformação social entre os jovens. Ele convida para debater o tema Bruna Navarone Santos, graduada em Ciências Sociais (UERJ) e mestranda na área de Ensino em Biociências e Saúde (PG-EBS/IOC-Fiocruz), além de coorientadora na pesquisa realizada por estudantes no ensino médio, pelo Provoc-Fiocruz, sobre animê, mangá e ficção científica no ensino de ciências.

Massarollo realiza entrevistas mensais, bate-papos e publicações sobre a cultura japonesa, animes, mangás e o multiverso Otaku. Para assistir, acesse os seguintes links do site do Jornal 140: https://jornal140.com/live/ e nas redes sociais da publicação eletrônica: Facebook: https://bit.ly/3jshyBW / Instagram: https://bit.ly/3b7xKWg e YouTube: https://bit.ly/2QCdtyJ

Crédito: Facebook Jornal 140.

NC Curadorias está com inscrições abertas para o evento “Encontro sobre Murakami”

Via Revista Intertelas

Nélida Capela Curadorias vai realizar no dia 21 de novembrodas 14h às 17h,  o evento “Encontro sobre Murakami”, em que alguns livros de Haruki Murakami serão lidos e debatidos. Sob coordenação de Mateus Nascimento, o participantes da iniciativa poderão mergulhar no universo deste escritor japonês que é um dos mais conhecidos internacionalmente, entre os autores do Japão. Segundo afirma Nascimento, “seus livros são interessantes por que abordam desde a própria cultura japonesa até as questões mais centrais da humanidade“.

Crédito: NC Curadorias.

Alguns trechos e/ou obras desta produção serão lidos e debatidos. Mateus Nascimento é mestre em história pelo Programa de Pós-Graduação do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense (PPGH/IHT/UFF), bacharel e licenciado em história pela mesma instituição, além de pesquisador do Centro de Estudos Asiáticos (CEA-UFF), do Grupo de Pesquisa em Mídia e Cultura Asiática Contemporânea (MidiÁsia/UFF) e do Instituto Cultural Brasil-Japão (ICBJ-RJ).  Entre as obras sugeridas aos participantes estão: “Ouça a canção do vento – Pinball 1973”“Minha querida Sputnik” e “O elefante desaparece”‘. Para adquirir os livros, visite a página do autor na loja virtual da Blooks Livraria. O evento é uma parceria entre Blooks Livraria, Centro de Estudos Asiáticos, Interseção Comunicação, MidiÁsia e Revista Intertelas. Para outras informações e fazer a sua inscrição, acesse o site do Sympla.

CEA-UFF convida para a mesa redonda “Imigração Chinesa no Rio de Janeiro e em São Paulo: Perspectivas Comparadas”

A mesa redonda “Imigração Chinesa no Rio de Janeiro e em São Paulo: Perspectivas Comparadas” ocorrerá no dia 16/11, segunda, das 18h às 21h, e contará com a participação dos professores Daniel Veras (FGV-Rio) e Marcelo Araújo (Colégio Pedro II). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em: https://linktr.ee/ceauff . Os inscritos receberão o link de acesso do Google Meet na véspera do dia do evento. Não percam!

Crédito: Facebook -CEA-UFF.

NC Curadorias promove curso online – “Túmulos do Japão Antigo: Explorando o Período Kofun”

Nélida Capela Curadorias vai realizar do 7, 14, 21 e 28 de novembro o curso online “Túmulos do Japão Antigo: Explorando o Período Kofun“. A atividade ocorrerá nos sábados, das 20h às 21h. A iniciativa visa debater a importância do estudo da história oriental em geral e da história japonesa em específico; Diferenciar a periodização da história japonesa em relação à história ocidental; Apresentar o período Kofun através da cultura material com foco nos monumentos funerários que deram nome ao período;  Desconstruir a ideia de civilização x primitivismo, bem como a ideia de influência da China no desenvolvimento histórico do Japão. 

Aulas serão online e ao vivo com o mediador. O link de acesso é enviado no e-mail de confirmação da inscrição – é o mesmo para todos os encontros. Guarde seu e-mail com essa informação. Material parcial das aulas e gravações serão disponibilizadas no Google Drive – alunos terão acesso por link. Caso a turma não alcance o número mínimo de participantes, cancelamento será realizado 72 horas antes do evento e reembolso realizado. Inscritos serão informados por e-mail.

Crédito: Facebook NC Curadorias.

A mediação será realizada por Larissa Redditt – Graduada em História (Bacharelado e licenciatura) pela UFRJ. Especialista em História Antiga e Medieval pelo NEA/UERJ. Mestra em Arqueologia pelo Museu Nacional/UFRJ. Tem experiência na área de História e Arqueologia, com ênfase em História das Religiões, História Judaica e História Oriental e Arqueologia Japonesa. Coordenadora da área de História e Arqueologia do Extremo Oriente do Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER/UFRJ) Pesquisadora do Grupo de Estudos de História do Japão Antigo (GEHJA – CEIA/UFF). Confira a programação abaixo. Para participar da oficina, acesse o site do Sympla.

Programação
Encontro 01 – Abordagens tradicionais e novas abordagens  | 07-11-2020 | 20h às 21h– Linhagem imperial: abordagens tradicionais e abordagens contextuais- Periodização da história japonesa- Processo de centralização- Interações e trocas culturais com o continente
Encontro 02 – Período Kofun inicial | 14-11-2020 | 20h às 21h
– bens funerários de caráter ritual
– Haniwa cilíndricos- Câmara funerária de tipo cova
Encontro 03 – Período Kofun médio  | 21-11-2020 | 20h às 21h– Bens funerários bélicos- Itens de ferro- Haniwa antropomórficos e formatos variados- Câmara funerária de tipo galeria ou corredor
Encontro 04 – Período Kofun final/tardio | 28-11-2020 | 20h às 21h– Mudanças sociais- Aglomerados de kofun- Declínio quantitativo da construção de túmulos- Domínio das elites de Kinai- Urbanização

CEO da Big Hit Entertainment será o 14º acionista mais rico da Coreia

Via Koreapost

O CEO da Big Hit Entertainment, Bang Si-hyuk, a força criativa por trás dos astros do K-pop BTS, se tornará o 14º acionista mais rico da Coreia do Sul após a (IPO-Initial Public offer – oferta pública inicial, em português) de sua empresa em meados de outubro.

A empresa abriu inscrições para investidores de varejo na segunda e terça-feira a um preço de IPO de 135.000 wons (cerca de US$115 dólares). Bang Si-hyuk detém 12.377.337 ações, ou uma participação de 36,6% avaliada em cerca de 1,67 trilhão de wons com base no preço do IPO, na Big Hit Entertainment, de acordo com a agência e dados do setor financeiro.

Crédito: Variety.

O IPO, marcado para 15 de outubro, elevará imediatamente Bang ao posto de 14º acionista mais rico da Coreia do Sul. A Big Hit Entertainment foi considerada uma das três grandes negociações de IPO deste ano na Coreia do Sul, junto com a empresa biofarmacêutica blue chip SK Biopharmaceuticals e a gigante de jogos para celular Kakao Games.

Se a Big Hit fechar com o preço mais alto permitido em seu dia de estreia, a participação acionária da Bang subirá para 4,34 trilhões de wons, disseram analistas. Isso fará de Bang o 5º acionista mais rico da Coreia do Sul, a substituir o presidente do Hyundai Motor Group, Chung Mong-koo. O evento IPO também deve impulsionar os ativos de cada membro do BTS.

Crédito: Variety.

No início de agosto, o septeto recebeu um total de 478.695 ações, igualmente divididas em sete. O valor das ações de cada membro do BTS pode chegar a 24 bilhões de won no primeiro dia de listagem.

Com base no preço da oferta, a Big Hit Entertainment tem previsão de arrecadar 962,6 bilhões de won por meio do IPO planejado, com seu valor de mercado estimado em quase 4,8 trilhões de won. No ano passado, as vendas anuais da agência quase dobraram para 587,2 bilhões de wons, com um lucro operacional de 98,7 bilhões de wons.

Qual foi o filme que deu o pontapé inicial no cinema masala musical de Bollywood?

Via Beco da Índia

A estreia de Alam Ara, em 1931, em Bombaim (atual Mumbai), causou comoção, os ingressos acabaram e a polícia foi chamada para conter a multidão na porta do cinema

Qual foi o primeiro filme sonoro na terra dos musicais? Alam Ara, lançado em 1931, dirigido por Ardeshir Irani, abriu o caminho para os filmes masala musicais de Bollywood, como é conhecida mundialmente a indústria de cinema na língua Hindi.  A estreia de Alam Ara foi no cinema Majestic, de Mumbai, na época chamada de Bombaim (ou Bombay em inglês). O filme fez tanto sucesso que a polícia foi acionada para controlar multidão diante do cinema. Os ingressos se esgotavam rapidamente, segundo o historiador de cinema B.D. Gaga, autor do livro “Art of Cinema”.  

A língua do filme era Hindustani (mistura do Hindi com o Urdu). Ao contrário dos primeiros filmes mudos indianos, que recontavam histórias da mitologia, a trama de Alam Ara foi uma adaptação de uma popular peça do autor Joseph David, da comunidade indiana de judeus Bhagdadi.

Crédito: Wikipedia.

Mas infelizmente não restou uma cópia do filme. Quando se comemorou os 80 anos de lançamento de Alama Ara, a Google postou uma homenagem à obra com um doodle. Alam Ara conta uma história de amor entre um príncipe do reino fictício de Kumarpur e uma garota cigana. O Sultão Saleem Khan tem duas esposas: Dilbahar Begum  e Navbahar Begum, que disputam espaço e poder. Um dia, um faquir faz uma premonição que acirra a briga: ele diz que Navbahar vai ser a mãe do herdeiro do trono. Dilbahar procura ter um caso com o ministro-chefe do rei, mas ele não a corresponde.

Ela, em vingança, o aprisiona e manda a esposa grávida para o exílio. Nasce a menina Alam Ara, que é criada por nômades. Já moça, ao retornar para o palácio de Kumarpur, Alam Ara apaixona-se pelo jovem príncipe Jahangir Khan. No final, os dois conseguem se casar.

Shyam Benegal, um dos diretores mais famosos do cinema indiano, explicou a a Mihir Bose, autor do livro “Bollywood” (Roli Books, 2006) que havia uma época, nos anos 30, em que os filmes de Bollywood eram como os de Hollywood. Mas com a chegada do som, Bollywood adotou um caminho totalmente diferente, provocando um divórcio entre as duas culturas.

Anos depois, o diretor Ardeshir Irani fez história novamente ao realizar o primeiro filme colorido da história do cinema indiano : Kisan Kanya. Assim, o filme Alam Ara foi um divisor de águas, com algo em torno de 30 músicas. Depois disso, segundo Benegal, os filmes de seu país passaram a ter 16 ou 17 músicas cada, refletindo o modo como os indianos pensam esse tipo de arte, sem as divisões rígidas  entre comédia, drama e musical, como ocorre no Ocidente. Uma outra curiosidade sobre o primeiro filme falado da Índia:  um dos atores de Alam Ara foi Prithviraj Kapoor, o patriarca do clã Kapoor, a família mais importante de Bollywood, hoje representada por Kareena Kapoor.

CEA-UFF abre inscrições para o minicurso “As Revoluções Asiáticas do Pós-2ª Guerra”

O Centro de Estudos Asiáticos da Universidade Federal Fluminense (CEA-UFF) realiza no dia 19 de outubro, (segunda-feira), das 18h às 21h, o minicurso “As Revoluções Asiáticas do Pós-2ª Guerra”, por meio do Google Meet. A iniciativa ministrada pelo professor Marcio Lauria Monteiro, doutorando em história da UFF, abordará os processos revolucionários ocorridos na Ásia após a II Grande Guerra, enfocando suas dinâmicas e sujeitos políticos e sociais. As inscrições são gratuitas e estarão abertas até o dia 18 de outubro. Os dados para acesso à sala virtual no Google Meet serão enviados por e-mail na manhã do dia do evento. Haverá emissão de certificado. Para participar, acesse o link do Google Docs.

Crédito: Facebook CEA-UFF.